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Insatisfações, infelicidades, sofrimentos que não passam: tu não precisas passar por isso sozinho! Invista em qualidade de vida, faça psicoterapia.

Terapia:

Terapia é palavra de origem grega (therapeía) e significa “método de tratar doenças e distúrbios da saúde, tratamento de saúde”. Há diversos tipos de terapia, que utilizam variados procedimentos, substâncias e ambientes. A maior parte dos seus nomes são oriundos do grego e pertencem à área médica, mas muitos são popularizados através dos meios de comunicação, como jornais e revistas não-especializadas.

PP Psicoterapia: (Do grego psychē, alma, sopro de vida) – Conjunto das técnicas empregadas na busca do equilíbrio psíquico do paciente através da pesquisa, na sua mente, de causas de comportamentos patológicos e da adoção de novos padrões comportamentais.

 

Por que a psicoterapia pode te ajudar?

  • É um recurso para manejo de dificuldades e sofrimentos, sendo um auxílio para uma tentativa de resolução ou adaptação dos problemas;
  • Terapeuta e paciente (s) precisam estar com o mesmo objetivo, isto é, focados no tratamento: sem um dos lados teremos dificuldades no alcance das metas;
  • Trabalhar o crescimento do indivíduo em diversas áreas (social, funcional, familiar, relacional…);
  • Melhorar as interações com outras pessoas;
  • Auto-aceitação;
  • Aprender a regular humor de forma mais funcional;
  • Aprender a lidar com situações de crise: “Fazer do limão uma limonada”…
  • Desenvolver a reflexão sobre seus comportamentos, pensamentos, emoções, estados fisiológicos e situações ativadoras de desconforto, podendo assim alcançar cognições alternativas, a fim de resoluções.

Psicoterapia Individual: a escuta e a observação , bem como uma avaliação precisa de dados do paciente, são fundamentais para que a terapia tenha início, caso haja indicação. A duração de uma sessão de atendimento é de aproximadamente 50 minutos. Nesse tempo terapeuta e paciente buscam juntos identificar as metas do processo terapêutico.

Há tratamentos para muitas dificuldades psicológicas. Listo aqui algumas das mais frequentes:

 

1-      Transtornos de Personalidade, ou o “JEITÃO” de ser ou sentir ou agir de um indivíduo, com traços inflexíveis, que prejudicam a si mesmo ou aos outros que lhe rodeiam. Geralmente iniciam no início da adultez e cronificam na ausência de tratamento adequado. Muitas vezes a família ou cônjuge é que trazem o paciente para terapia, pois ele mesmo dificilmente percebe que há um problema consigo mesmo. Alguns transtornos de personalidade são:

  • Transtorno de Personalidade Paranóide;
  • Transtorno de Personalidade Esquizóide;
  • Transtorno de Personalidade Esquizotípica;
  • Transtorno de Personalidade Borderline;
  • Transtorno de Personalidade Narcisista;
  • Transtorno de Personalidade Anti-social;
  • Transtorno de Personalidade Histriônica;
  • Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva;
  • Transtorno de Personalidade Esquiva;
  • Transtorno de Personalidade Dependente.

2-      Depois, temos Transtornos de Humor tais como Depressão, Distimia, Ciclotimia, Transtorno Bipolar I ou II:

Transtornos do humor são aqueles nos quais o sintoma central é a alteração do humor ou do afeto e afeta diversas áreas da vida do indivíduo (profissional, familiar, social…). A maioria dos outros sintomas são menos prejudiciais ou consequência do humor alterado. Tendem a ser recorrentes e a ocorrência dos episódios individuais pode freqüentemente estar relacionada com situações ou fatos estressantes.

Não se classifica como transtorno do humor quando a alteração de humor seja causada por outra doença ou por medicamentos. Nesse caso, ela será apenas um sintoma.

3-      Transtornos de Ansiedade:

Ansiedade é um estado emocional de apreensão, uma expectativa de que algo ruim aconteça, acompanhado por várias reações físicas e mentais desconfortáveis.

Os principais Transtornos de Ansiedade são: Síndrome do Pânico, Fobia Específica, Fobia Social e Distúrbio de Ansiedade Generalizada.

É comum que haja comorbidade, isto é, uma pessoa pode apresentar sintomas de mais de um tipo de transtorno de ansiedade ao mesmo tempo e destes com outros problemas como depressão ou tipos de personalidade.

4-      Outros: O Transtorno Obsessivo Compulsivo ganhou capítulo próprio recentemente, tendo sido retirado dos Transtornos de Ansiedade. Estresse Pós-Traumático e relacionados também. Transtornos Alimentares, Transtornos Relacionados a Substâncias e Adição, Transtorno Dissociativo, Disfunções Sexuais, situações de luto, perdas, separações,aposentadoria, “ninho vazio”…

Psicoterapia de casal:

A Terapia de Casal tem como foco o relacionamento do casal, como o próprio nome diz. Está indicada para casais que estão com dificuldades no seu relacionamento, que não conseguem se comunicar de forma funcional ou não estão com habilidades no gerenciamento de seus conflitos. Mesmo assim, ambos estão interessados em seguir investindo na relação. Importante lembrar que o casal precisa se comprometer com um processo de mudança, caso contrário não há porque seguir o tratamento. Após a avaliação, se há indicação, sessões são marcadas semanalmente (geralmente) , com duração de 50min a 60 min ,aproximandamente. Cada um será chamado para consulta (s) individual (is) e a terapia segue com os dois juntos nas sessões. Não deixe sua relação ser destruída! Agende terapia de casal o mais breve possível.

Algumas metas podem ser tratadas com o casal, tais como melhorar: o diálogo; a empatia para com o outro; a vida sexual mais revigorada; satisfação conjugal como um todo; infidelidade ser entendida e abrir a possibilidade de nova chance; fortalecimento do compromisso; negociações mais claras, responsabilidades divididas de forma que fique bem para todos, brigas ou silêncios em excesso; agressões emocionais ou físicas…

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Terapia Sexual:

A terapia sexual é uma forma de psicoterapia focal que se dispõe a tratar disfunções, dificuldades ou inadequações sexuais ou insatisfações e integra intervenções e técnicas psicoterapêuticas aliadas à prescrição de tarefas sexuais que o indivíduo ou o casal deve treinar. Destaca-se que o tratamento pode geralmente ser realizado individualmente ou com o casal.

Questões religiosas, histórico familiar, falta de informação, distorção, tabus preconceitos, falta de educação sexual adequada, experiências traumática, aspectos da personalidade são alguns dos fatores que podem desencadear uma disfunção sexual.

O DSM-5 fragmentou o antigo capítulo Transtornos Sexuais e da Identidade de Gênero que originaram três novos capítulos: Disfunções Sexuais, Disforia de Gênero e Transtornos Parafílicos.

a-No atual manual as Disfunções Sexuais são um grupo de transtornos heterogêneos tipicamente caracterizados por uma perturbação clinicamente significativa na capacidade de uma pessoa para responder sexualmente ou de sentir prazer sexual. É possível que um indivíduo apresente mais de uma disfunção sexual ao mesmo tempo, havendo ainda disfun- ções específicas de cada gênero. Reuniu-se os diagnósticos de Retardo da Ejaculação, Transtorno Erétil, Transtorno do Orgasmo Feminino, Transtorno do Desejo/Excitação Sexual Feminino, Transtorno de Dor Gênito-Pélvica/Penetração (antigos Vaginismo e Dispareunia), Transtorno do Desejo Sexual Masculino Hipoativo, Ejaculação Precoce e Disfunção Sexual Induzida por medicação/Substância.
b- A Disforia de Gênero é um diagnóstico que descreve os indivíduos que apresentam uma diferença marcante entre o gênero experimentado/expresso e o gênero atribuído. A mudança na nomenclatura do DSM-5 enfatiza o conceito de incongruência de gênero como algo a mais do que a simples identificação com o gênero oposto apresentada no DSM -IV-TR como Transtorno da Identidade de Gênero.

c- Transtornos Parafílicos: a atual versão do manual reconhece as Parafilias como interesses eróticos atípicos, mas evita rotular os comportamentos sexuais não-normativos como necessariamente patológicos. Para esse fim o DSM-5 utiliza o termo transtorno antes de cada uma das parafilias apresentadas nesse capítulo. A distinção entre Parafilias e Transtornos Parafí- licos não gerou mudanças estruturais dos critérios Álvaro Cabral Araújo-Francisco Lotufo Neto Rev. Bras. de Ter. Comp. Cogn., 2014, Vol. XVI, no. 1, 67 – 82 80 diagnósticos estabelecidos para cada um dos transtornos listados. O Critério A caracteriza a natureza da parafilia (ex.: um foco erótico em crianças ou em expor os órgãos genitais a estranhos) e o Critério B especifica as consequências negativas que transformam a parafilia em um transtorno mental (ex.: angústia, prejuízo, dano ou risco de dano a si ou aos outros). Na ausência de consequências negativas a parafilia não implica obrigatoriamente em um transtorno mental e a intervenção clínica pode ser desnecessária.
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Por que meu logo é a cerejeira??

 

Flor de Cerejeira significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança.